O Brasil foi o primeiro a disponibilizar gratuitamente a terapia antirretroviral altamente ativa e participou de estudo que relatou a eficácia da profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção em homens que fazem sexo com homens (HSH) e em mulheres trans.
Diagnóstico precoce do vírus HIV e o início do tratamento é considerado o método mais eficaz de prevenir mortes por aids e causas associadas.
Sobre o tratamento antirretroviral, a diretora do UNAIDS afirmou que a expectativa é de que em 2020 não será mais necessário tomar uma pílula por dia — como acontece atualmente —, mas sim uma injeção a cada três meses.
Dados publicados pela UNAids revelam que, se cerca de 43 mil novos casos de AIDS eram registrados no Brasil em 2010, a taxa em 2015 subiu para 44 mil.
Às vésperas do Dia Mundial de Luta contra a Aids, a agência da ONU para a doença, Unaids, divulgou ontem um relatório que destaca os avanços no seu combate.